segunda-feira, 8 de abril de 2013

Mato Grosso do Sul: A Arte de seu Povo

                                                         
                                       

Artistas que se destacam em todos as áreas, sejam elas, musicais, cênicas, nas artes plásticas e etc.
Vamos destacar alguns nomes de artistas plásticos que retratam em suas telas a paisagem e o povo de Mato Grosso do Sul.

Humberto Augusto Miranda Espíndola (Campo Grande, 4 de abril de 1943) é um artista plástico brasileiro, criador e difusor do tema bovinocultura.



Bacharel em jornalismo pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Católica do Paraná, Curitiba, em 1965, começa a pintar um ano antes. Também atua no meio teatral e literário universitário.




Artista Vera Senefonte

Com a série “Onça Pintada”





Vera Senefonte mora em Mato Grosso do Sul há mais de 20 anos, atualmente na cidade de Três Lagoas. Ela é formada em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e já participou de exposições individuais e coletivas em vários países, recebendo convite para expor, divulgar e comercializar seus trabalhos na Art Galery em Nova York.



Artista Joubert Pantaneiro

Artesã amamentando - 1998





Pintor, escultor, gravador, tapeceiro, nascido em Corumbá-MS, Brasil, Neto de Nashilla, Índia kadiwéu, Tribo da reserva de Bodoquena, Mato Grosso do Sul.
 EM 1969, conheceu a Pintora Uruguaia na Blanca Portela que aprimorou no desenho e pintura e juntamente com ela ajudou a fundar a Praça das Artes-General Osório-Ipanema-Rio de Janeiro-RJ.
Em 1971 entra para TV Globo do Rio de Janeiro, onde assimila fortemente as artes visuais da cenografia, participando de novelas a convite do Diretor de elenco Moacyr Deriquem.
Em 1976 Exposição individual de óleo sobre tela e tapeçarias no Everest Rio Hotel em Ipanema, Rio de Janeiro-RJ.





Jorapimo – José Ramão Pinto de Moraes

Obra sobre a rotina do homem pantaneiro e as belezas naturais de MS




Nascido em Corumbá, em 24 de novembro de 1937, José Ramão Pinto de Moraes, o Jorapimo (fusão das duas primeiras letras de cada nome do pintor), começou a pintar aos 14 anos inspirado pelas embalagens de medicamentos que traziam obras de grandes artistas como Van Gogh e Cândido Portinari. Aos 20 anos, decidiu mudar de cidade.
O artista ganhou reconhecimento por retratar a rotina do homem pantaneiro e as belezas naturais do Mato Grosso do Sul. Mesmo tendo passado um bom tempo fora de Corumbá, suas obras sempre retrataram o Pantanal e o amor por sua terra natal. Jorapimo foi pioneiro da pintura moderna em Mato Grosso do Sul e um dos fundadores da AMA – Associação Mato-grossense de Artes. Participou de exposições em grandes centros do país, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e também em cidades do Japão, Bolívia, Colômbia, Alemanha e Estados Unidos. O artista plástico morreu em novembro de 2009.




Artista Henrique Spengler

Obra sobre abstrações das cerâmicas, couros e tatuagens da tribo Kadiweu-Mbayá





O brasileiro Henrique Spengler (1958 - 2003) foi Diretor de Cultura da Prefeitura Municipal de Coxim, MS. Formou-se em Educação Artística pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), em 1981 e era pós-graduado em História da Arte. Membro ativo de associações em favor da cultura indígena criou uma nova visão contemporânea ao reinventar imagens baseadas nas abstrações das cerâmicas, couros e tatuagens da tribo Kadiweo-Mbayá, originária do Sudoeste de Mato Grosso do Sul. Era um artista neo-nativista muito original, tendo desenvolvido a técnica em gravura “cotton”, que consiste em imprimir no papel suporte valendo-se de um lençol como matriz. Participou de diversas exposições e salões, tendo sido premiado várias vezes. Recebeu o 1º Prêmio em Gravura no 3º e 5º Salão de Artes de Dourados, MS. Participou da exposição “Por uma Identidade Ameríndia” em Assunção, Paraguai, e em La Paz, Bolívia. As gravuras do artista são releituras da simbologia nativa Guaicuru. Fonte: (www.olholatino.com.br).




Artista Conceição Freitas da Silva


Artista sul-mato-grossense do século XX bastante importante na construção da identidade da arte Sul-Mato-Grossense, com a escultora Conceição dos Bugres possui artesanatos que a tornaram ícone cultural do Estado. Os bugres da Conceição, como são conhecidos, parecem uma espécie de totem de madeira.



Conceição e os Bugres. Foto de Rodrigo Teixeira


Artista Tetê Irie


Obra Deste Solo- roxo e al.químico - Calcada nas buscas existenciais da autora, a instalação “Deste Solo” transpõe o expectador ao universo onírico e contrastante da artista, cujas lembranças advém da infância à beira dos rios da bacia do Paraguai. De cunho autobiográfico, a obra reflete aspectos culturais da região do Aqüífero Guarani. Aborda também a simplicidade bucólica de seu cotidiano, em contraponto com a complexidade tecnológica da pós-modernidade.








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